OLHA PARA O ROSTO DE UMA CRIANÇA E SORRI.
BRINCA COM QUALQUER ANIMAL E DIVERTE-TE.
ALCANÇA O ARCO-ÍRIS E SENTE A SUA VIBRAÇÃO…
DORME NA IMAGINAÇÃO DO TEU SABER E VERÁS QUE TUDO É SIMPLES:
ATÉ O INALCANSÁVEL ESTÁ À TUA FRENTE PARA SER TOCADO.
- Não, minha querida, não! Apesar de apreciar uma boa gargalhada, não estou a divertir-me à tua custa… e nunca riria de ti… apesar de que, às vezes, é muito engraçado ver como vós, humanos, transformais situações comuns do dia-a-dia – do vosso dia-a-dia – em tragédias, converteis arrufos em tragicomédias e confundis opções pessoais com dramas universais. Não e não, eu não me rio de ti. Estou até muito sério. A sério!
- Eu bem digo! Alguma coisa aqui não está a encaixar. Onde é que já se viu uma voz de Alma, ou de Ser Espiritual, ou de Energia, ou seja lá de quem for que não se vê, a falar dessa forma tão ligeira? Alguma coisa aqui não condiz!
- E por que não? Quem disse que a Alma, o Espírito, não tem sentido de humor? Quem achas tu que “inventou “ o humor? É um atributo divino, sabias? Um dos ramos da árvore da Alegria!
- Pois, sim! Mas, a dizeres as coisas que dizes, ninguém te leva a sério. Tocar o inalcançável… ora… ora…
- Mas olha que agora passo a falar seriamente, a sério. Todos vós, humanos, me mereceis o maior respeito. Para ti, hoje, trago uma dose extra de carinho, uma medida cheia de amor e uns pozinhos de magia… e uma sentença que, de facto, à primeira vista pode parecer quase infantil, ingénua, pueril, se quiseres. Mas, como disse, é só à primeira vista que causa essa impressão, porque, olhando em profundidade, sentindo ao nível das emoções, tem mais que se lhe diga!
«Analisadas globalmente e interpretadas no sentido lato, as afirmações que abrem esta “conversa” pretendem dizer-te que prestes atenção às preciosidades que o Universo coloca à tua frente a toda a hora para o teu maior bem: a candura e a beleza inocente de uma criança; a devoção, a confiança, a disponibilidade, a alegria, a entrega de um animal de estimação; a beleza mística e misteriosa do Arco-íris; a energia renovadora do sono e a sua capacidade de te surpreender noite após noite, apresentando-te como imaginários situações, seres e cenários que fazem parte do teu património de conhecimento…
- Espera, espera… Não entendi isso do sono. Podes repetir? Mas de forma que eu entenda. Com palavras que estejam no meu dicionário.
- Com certeza! Estou aqui para trazer a luz, não para confundir as tuas ideias. Vejamos, então: Quando dormes, sonhas, não é verdade?
- Nem sempre. E nem sempre são sonhos – às vezes são mais pesadelos!
- O teu cérebro, por vezes, não consegue processar o teor dos teus sonhos… já sei, já sei, palavras simples… Então, o teu cérebro, por vezes, não consegue fazer com que te lembres do que sonhaste, nem sequer de que sonhaste. Outras vezes, a informação sobre o sonho é tão fragmentada – tão em pedaços soltos – que parece não fazer sentido nenhum. Raramente tens um sonho com princípio, meio e fim, ou seja, um sonho coerente. Então, como raramente os teus sonhos fazem sentido, tu atribuis o sonho à imaginação. Ou, então, a tua mente lógica decide esquecê-los de imediato – por isso dizes que não sonhas!
«Prepara-te, agora, para a surpresa: Os teus sonhos são manifestações das tuas vivências – passadas, presentes e futuras, pois quando sonhas movimentas-te no AGORA, onde não há outro tempo senão o AGORA, o PRESENTE – e as tuas vivências construíram o teu CONHECIMENTO, o teu SABER. Mas, como a tua mente lógica não tem acesso a toda essa informação, diz-te que são tudo fantasias da tua imaginação.
- Se bem entendi, tu achas que eu sei muitas mais coisas do que aquelas que eu penso que sei, e isso é o meu SABER…
- Nem mais! É isso mesmo!
- E por que é que eu não sei que sei?
- Porque o teu cérebro, neste momento da tua existência como ser cósmico…
- Eh! Pára lá com isso! Da minha existência como o quê?
- Como ser cósmico, ou seja, como indivíduo cuja existência – condição de existir – se tem vindo a desenrolar não só na Terra como em outras dimensões, ou, até, em outros planetas ou galáxias, ou mesmo noutros universos – no cosmos, portanto.
- Não sei muito bem se percebi… mas continua.
- Como eu ia dizendo, o teu cérebro, nesta altura da tua vida como ser sem princípio nem fim, ainda não desenvolveu todas as suas capacidades (está muito longe disso, na verdade!) e só consegue reter uma quantidade diminuta de informação.
- Diminuta?
- Bem, diminuta em termos globais, não em termos da tua existência física na terceira dimensão, ou seja, como ser humano a viver neste momento na Terra.
«Na verdade, quando não é o teu cérebro físico a comandar as operações, mas o teu Ser espiritual, o teu Ser divino, o teu conhecimento – o teu SABER – é extraordinariamente mais vasto.
- Tudo isso é muito confuso…
- Pode parecer-te confuso, agora. Mas serás iluminada pela compreensão se pensares no assunto com a decisão firme de entender e de aceitar. Então, tudo será mais simples… o que, em última análise, foi o que te disse no início: quando prestares atenção às coisas simples da vida, quando aprenderes a sorrir com ternura, olhando a esperança de vida no rostinho de uma criança; quando, inocentemente, te divertires com as brincadeiras de um qualquer animal; quando sonhares acordada, construindo os teus sonhos na base dos teus desejos e quando sonhares a dormir, construindo e aceitando os teus sonhos como mensagens do teu saber, serás contagiada pela simplicidade e desejarás ser uma pessoa simples e construir uma vida simples.
«Quando viveres a tua vida simples, verás, ao alcance da tua mão, pronta a ser tocada, a felicidade que julgavas inalcançável.
«Quando viveres a tua vida simples, a alegria será o sol dos teus dias e a paz será a realidade no sonho das tuas noites.
«E assim é!
Amigos Multi

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